Hoje me sinto bem.
Não quero pensar demais para nao cair na armadilha do impasse do pensamento. Desejo que minhas palavras fluam como os rios de que Bethânia tanto fala, que corram leves, até devagar, agora que estão nascendo. Mas que um dia ainda cheguem a ser mar.
Gosto dos meus dias, mas bloqueio os impulsos de descrever o cotidiano. Parece um distanciamento profundo descrever minhas impressões sobre um mundo que nem sei se se mostra verdadeiro pra mim. Não se pode por à prova aquilo que é verdadeiro ou falso, mas impressões jornalísticas vêm de fora e eu prefiro o sentido inverso.
É difícil pintar, e eu preciso pensar nos filmes da minha vida.
Quando essa atividade acabar, vou me sentir maravilhosa.
Vou prometer tentar treinar a minha objetividade e coerência ao longo dos posts.
até lá!
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