sábado, 14 de novembro de 2009

Ontem foi um dia bom. Aconteceram muitas coisas e isso implica em emoções diferentes dentro de um curto espaço de tempo. Pintura, chuva, subway, caminhão da coca-cola molhando tudo, cartão, mcdonald's, casinha. Na viagem para goiânia redescobri Renato R. mais uma vez, e talvez, realmente, não possa ouvir com freqüência Vento no Litoral.
Voltei a fazer coisas da história, penso que quero uma série do passado toda em nanquim, me diverti muitíssimo com o efeito!
Prometi aos meninos ficar para sairmos em bsb, mas estou aqui. É bom ver e ficar com Martha Luíza.
O dia promete!!! Hot Park. Espero que dê tudo certo!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fazia tempo que não me sentia bem só de estar aqui, sem pensar muito em quem não está com pesares. Meu quarto agora parece pertencer à uma outra época cheia de contradições, que agora vou dizê-la boa.
Nada substitui aquele sentimento de preparação para a vida, sem querer ponderar os melhores e os piores, como sempre, mas apenas chegar e ter a noite, o espaço e a rotina, tão certa, que despertava lá no fundinho aquela vontade de quebrar todo o programado assim que possível. Talvez o melhor ainda era guardar as vontades quando não havia como extravasar, pra um dia colocar uma meia colorida na luminária, apagar a principal e começar o show.
Às vezes eu sentia que era bom ser assim, ter apenas a companhia deles. Eu precisava de mais alguma coisa, eu sabia, mas aquela dorzinha também era boa e me fazia fazer tudo o que eu fazia para superá-la. Assim surgia meu amor pelo que poderia vir a ser.



sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Silêncio.

Tenho sede, mas não ligo.
Essa é só a mais baixa das que existem e burlá-las já está se tornando hábito.
O que eu gosto mesmo é desse hábito que meu inconsciente tem de ficar bem aceso enquanto eu durmo, não sei como isso acontece, mas me sinto viva e mais perto de mim quando sonho. Mesmo que eu não me lembre, mesmo que eu não entenda.
Antes eu usava isso para direcionar os meus desejos e imaginá-os reais na semi-consciência. Mas, como disse, vivo e espero. Ainda que minha boca seque, não antecipo imaginando.
Imaginar o que se quer realizado angustia e afasta da doçura da realidade.


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

23/10/2009

Hoje me sinto bem.
Não quero pensar demais para nao cair na armadilha do impasse do pensamento. Desejo que minhas palavras fluam como os rios de que Bethânia tanto fala, que corram leves, até devagar, agora que estão nascendo. Mas que um dia ainda cheguem a ser mar.
Gosto dos meus dias, mas bloqueio os impulsos de descrever o cotidiano. Parece um distanciamento profundo descrever minhas impressões sobre um mundo que nem sei se se mostra verdadeiro pra mim. Não se pode por à prova aquilo que é verdadeiro ou falso, mas impressões jornalísticas vêm de fora e eu prefiro o sentido inverso.
É difícil pintar, e eu preciso pensar nos filmes da minha vida.
Quando essa atividade acabar, vou me sentir maravilhosa.
Vou prometer tentar treinar a minha objetividade e coerência ao longo dos posts.

até lá!